Minha relação com o dinheiro

Ano novo é sinônimo de metas novas, mas também de resquícios dos gastos do período de festas do ano interior.

E o que isso tem a ver com nossa personalidade? Sim, existe relação entre como lidamos com nosso dinheiro e nossas tendências de personalidade, além de hábitos adquiridos ao longo da vida.

10 perguntas poderosas para você começar sua reflexão sobre sua relação com dinheiro: Faço compras motivado por sentimentos de raiva e ansiedade ou por que preciso? Por que não organizo minhas próprias finanças e deixo isso sempre para outros? Sou senhor ou escravo do dinheiro? Qual o significado de ter dinheiro na minha vida? Sinto culpa ao gastar meu dinheiro comigo mesmo? Eu aproveito a prosperidade que já tenho? Controlo minha impulsividade financeira? Mantenho uma reserva financeira? Por que consigo ou não consigo poupar parte do meu dinheiro? Incomodo-me com o sucesso financeiro de outras pessoas ou me motivo?

Muito dos comportamentos que trazemos para a vida adulta advém de modelos familiares, ou seja, aprendemos a ser de determinada maneira ou aprendemos que o exemplo aprendido não dará certo na nossa vida e partimos para o oposto.

Vejam exemplos típicos: Filhos de pais com descontrole financeiro podem imitar esse comportamento, muitas vezes sem crítica alguma ou podem ir para o extremo oposto e se tornarem os conhecidos, ”pão duros”, que não usufruem do seu próprio dinheiro; Filhos de famílias poupadoras numa demonstração de revolta (consciente ou não) começam a agir impulsivamente no consumo, no “aproveitar ao máximo” a vida e tudo que ela pode oferecer, numa forma de compensação do que acham que perderam e podem causar estragos na sua própria vida financeira e algumas vezes com respingos na família, que ajuda a pagar suas dívidas recorrentes.

Conhece alguém assim? Encaixa-se em um dos exemplos?

Saiba que o primeiro passo é reconhecer o problema e buscar as causas e partir para a mudança. Sim, mudar é preciso e possível e para mudar recorra a vários recursos existentes, dentre eles a ajuda profissional como no Coaching, assim podendo identificar e libertar o potencial da pessoa para tomar decisões financeiras mais adequadas, construir metas financeiras realistas e que leve a pessoa a encontrar sua prosperidade; ou a Psicoterapia, onde aspectos profundos da vida da pessoa, de sua história vão ser trabalhados de modo a manter as mudanças desejadas.

Mas lembre-se toda mudança parte de você!

Invista em você!