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Quando o muito ainda é pouco!

Esses dias ouvindo uma canção parei para pensar na letra. Como muitas canções a letra falava de amor, amor romântico e aquela velha situação de quando temos tudo ao nosso lado e não enxergamos. 

 

“Quando muito ainda é pouco

Você quer infantil e louco

Um sol acima do sol

Mas quando sempre

É sempre nunca

Casquinhas de ferida

Imagine uma espinha enorme no seu rosto ao olhar no espelho depois de acordar. Ela aparece bem no dia que você tem um encontro ou uma reunião importante. Você não resiste e cutuca, passa um corretivo e vai para seu evento. Quem não faz isso? Difícil quem resista a resolver esse “problemão” de imediato. No outro dia a espinha virou um machucado e já se vê uma casquinha se formando. Bom, não podemos ainda ser vistos assim e partimos logo para tirar a casquinha, passar um corretivo e partir para as atividades do dia.

O olhar do outro

“O olhar do outro produz em mim minha identidade, por reflexo.” (Lacan)

Você já percebeu o quanto o olhar do outro é importante na nossa vida? Nos vestimos e logo nos questionamos se estamos adequados ao local, ao evento, às pessoas; fazemos um trabalho, escrevemos um artigo e ficamos pedindo a opinião das pessoas, seja do chefe, orientador, mentor, amigo; compramos algo que estamos querendo há um tempo e antes de mais nada nos pegamos mostrando para as pessoas, “postando” no Facebook, ligando para alguém para contar.

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