O que você quer ser quando crescer?

Essa pergunta deve ter sido feita muitas vezes para você na sua infância e adolescência e com muitas respostas diferentes: “Ah, eu quero ser veterinário e cuidar dos cachorrinhos”; "Eu quero ser médico e salvar as pessoas”; Eu quero ser famosa, talvez uma modelo, uma atriz”; "Eu? Hum, quero ganhar dinheiro!”; “Eu quero ser bombeiro”, etc.

Dependendo das influências e modelos, escolheremos continuar a tradição e manter famílias de engenheiros, médicos e advogados; ou seremos profissionais da moda, da arte, cinema ou ainda comerciantes e empresários de sucesso. Também poderemos ser donas de casa e mães em período integral, as opções são muitas e todos podem estar felizes ou não pela escolha que fizeram. Quando crescemos e vem a época de decidir, surgem as dúvidas, os medos e as pressões.

Para muitos, a primeira grande delas é o vestibular: “Como escolher algo que é pra vida toda?”, desabafam. Preocupações com qual universidade, escolher entre sucesso financeiro ou realização pessoal, aprovação da família e comparação com os colegas, costumam aparecer.

Enfim, passada essa etapa, vivenciando as exigências acadêmicas (provas, trabalhos, etc.), teremos que enfrentar os processos de trainee, estágios (remunerados ou não) e o mercado de trabalho. Alguns já desanimam no início, outros persistem mais.

Existem aqueles que parecem que nasceram para o que fazem. Mas a reflexão aqui é: você é o que sonhou ser quando crescesse? Pensamos, é claro, na esfera profissional, mas isso é muito mais amplo, pois significa reavaliar nossas escolhas e nosso caminho e ter a coragem para redefinir o percurso, caso necessário. Sim, podemos ter realização profissional e pessoal na vida. Podemos ser prósperos e ter qualidade de vida.

Podemos ajustar nossas expectativas com as expectativas do mundo à nossa volta. Sabe como? Autoconhecimento e coragem para mudar. A mudança pode ser feita a qualquer tempo, e não necessariamente precisa ser drástica, mas se for necessário, por que não?!

Essa reflexão é para uma vida toda e pode ser a diferença entre aqueles que se acomodam com o que tem e os que estão satisfeitos ou ainda aqueles que se percebendo insatisfeitos, se preparam e mudam.

Somos responsáveis pelo que fazemos com nossa vida, ninguém mais é, nem nossos pais cônjuges, história socioeconômica... Embora tudo isso contribua, a responsabilidade é nossa! Você é o que gostaria de ser?

Invista em você!